sexta-feira, novembro 20, 2020

 

ELEIÇÕES

Gentes, existem coisas que não consigo entender. 

Estava vendo os resultados das eleições para vereador, em um município aqui próximo. Mera curiosidade pois não tenho nenhum interesse lá. 

Uma candidata obteve 4 votos. Imagino que tenha sido o dela, o do marido e dos pais. Só pode! 

Outros só têm três votos. Imagino que o próprio e os dos pais, Devem ter brigado com os respectivos cônjuges. 

Dois votos? O próprio e o do cônjuge. 

Agora, um só voto! Brigou com o marido, com os pais, e com o mundo. Tem que ser isso. 

Mas o candidato não ter obtido nenhum voto? Tá lascado! Além de a mãe não confiar nele, ele também não confia em si próprio. Ou será que morreu?

De qualquer forma, essas eleições me trouxeram lembranças da época em que eu era convocado para trabalhar de mesário. 

Isso foi ali pelos anos 60 ou início dos anos 70. Ainda não existia a votação eletrônica. As pessoas depositavam seus votos em uma urna de lona. 

7 horas e quarenta e cinco minutos da manhã. Todos os mesários em seus postos e devidamente instruídos, aguardando o horário de começar a votação. E é aí que aparece o primeiro eleitor, apressado e querendo apressar os trabalhos da mesa.

-Já posso votar?

O presidente da sessão olha para ele e para os demais mesários, todos com cara de "lá se vai meu feriado", e comenta: 

-Que encrenca! Tinha que faltar um. Acho que o jeito é pegarmos o primeiro que aparecer para votar e completar o quadro. 

Todos olham para o eleitor, que agora está com cara de assustado. 

-É! Não tem como! É esperar dar as oito horas e a gente convoca o primeiro da fila. 

O eleitor sumiu. 

Ali por umas oito e quinze, depois que algumas pessoas já haviam votado, ele aparece. Vota e some, possivelmente já para pegar a família em casa e baixar para Santos. Aproveitar o dia para uma praia. 

Maldade? Sei lá! Mas que foi divertido, foi.

Abração a todos,                                                                                                                                 JF

 

4 comentários:

Magui Bizzotto disse...

Muito candidato não é candidato mas empresta o nome para fazer número. Lei mal feita. A dificuldade de achar uma mulher para preencher a cota é tão grande que tem algumas vendendo seu nome. É preciso uma reforma urgente no Sistema eleitoral

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Luma Rosa disse...

Oi, J.F.!!
Deve ser candidato pra ocupar apenas a vaga para pegar a verba do partido e não concorrer com o real candidato. Nesse Brasil tem muita coisa pra ser refeita.
Como vocês eram maldosos!! (rs*)
Beijus,